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O Brasil registrou uma morte por covid-19 por dia entre crianças de seis meses E cinco anos de idade. Dados analisados pelo Observatório de Saúde na Infância da Fiocruz, o Observa Infância, mostram que entre 1° de janeiro e 11 de outubro de 2022, foram registradas 314 mortes nessa faixa etária.

Os números analisados incluem óbitos em que a covid foi a causa básica e também aqueles em que a doença estava entre as causas associadas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou em julho o uso emergencial da vacina Coronavac em crianças de três e quatro anos. Dois meses depois, em setembro, a Pfizer pediátrica também foi aprovada pela agência para uso emergencial em bebês e crianças de seis meses a quatro anos.
No entanto, segundo o Observa Infância, a imunização de crianças contra a covid avança em ritmo lento no Brasil.
Dados do Vacinômetro Covid-19, do Ministério da Saúde, de 28 de novembro, mostram que apenas sete de cada 100 crianças de três e quatro anos receberam as duas doses da vacina.
Do total de quase seis milhões de crianças nessa faixa etária, pouco mais de um milhão tomaram a primeira dose da vacina contra a covid, e cerca de 400 mil completaram a imunização com a segunda dose.
Saúde Observa Infância alerta que imunização dessa faixa etária esta lenta Rio de Janeiro 15/12/2022 - 11:22 Raquel Mariano / Nathália Mendes Fabiana Sampaio - Repórter da Rádio Nacional covid-19 vacinação infantil quinta-feira, 15 Dezembro, 2022 - 11:22 1:27O Brasil registrou uma morte por covid-19 por dia entre crianças de 6 meses a 5 anos de idade. Dados analisados pelo Observatório de Saúde na Infância da Fiocruz, o Observa Infância, mostram que entre 1° de janeiro e 11 de outubro de 2022, foram registradas 314 mortes nessa faixa etária.

Os números analisados incluem óbitos em que a covid foi a causa básica e também aqueles em que a doença estava entre as causas associadas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou em julho o uso emergencial da vacina Coronavac em crianças de 3 e 4 anos. Dois meses depois, em setembro, a Pfizer pediátrica também foi aprovada pela agência para uso emergencial em bebês e crianças de 6 meses a 4 anos.
No entanto, segundo o Observa Infância, a imunização de crianças contra a covid avança em ritmo lento no Brasil.
Dados do Vacinômetro Covid-19, do Ministério da Saúde, de 28 de novembro, mostram que apenas 7 de cada 100 crianças de 3 e 4 anos receberam as duas doses da vacina.
Do total de quase 6 milhões de crianças nessa faixa etária, pouco mais de 1 milhão tomaram a primeira dose da vacina contra a covid, e cerca de 400 mil completaram a imunização com a segunda dose.
Saúde Rio de Janeiro 14/12/2022 - 22:16 Raquel Mariano / Beatriz Arcoverde Fabiana Sampaio - Repórter da Rádio Nacional covid-19 quarta-feira, 14 Dezembro, 2022 - 22:16 1:27O Distrito Federal contabiliza mais de 67,2 mil casos de dengue desde o início do ano. Essa quantidade é quase cinco vezes a que foi registrada no mesmo período do ano passado. Os casos graves saltaram de 15 para 61 e as mortes por dengue chegaram a 11 este ano e eram 10 até o começo de dezembro de 2021. Com esses números, Brasília se tornou o epicentro da dengue no país.

O diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do DF, Jadir Costa Filho, justifica que as equipes encontraram dificuldades para fazer o trabalho de prevenção.
Em números absolutos, Goiânia, capital de Goiás, vem em segundo lugar, com quase 53,8 mil casos. E, em terceiro lugar, está a cidade de Aparecida de Goiânia, também em Goiás, com pouco mais de 25,1 mil notificações de dengue.
Os números altos fazem do Centro-Oeste a região com o maior surto da doença, com 1.993 casos para cada 100 mil habitantes. O Sul do país está em segundo lugar, com pouco mais da metade desse índice: 1.043 casos para cada 100 mil habitantes.
Em todo o país, são cerca de 1,4 milhão de casos de dengue até o momento, um aumento de 172,4% em relação ao ano passado. Já o número de mortes confirmadas pela doença é de 978.
O infectologista Kleber Luz aponta que o clima e a falta de cuidado por parte da população podem explicar os surtos.
A dengue é uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Os principais sintomas são febre, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dores abdominais e manchas pelo corpo. Os sintomas duram cerca de uma semana.
O médico Kleber Luz faz um alerta: quem pega dengue pela segunda vez pode apresentar a forma grave da doença.
É sempre bom lembrar que cada um de nós pode e deve combater a dengue. Verificar o quintal não toma nem 10 minutos da nossa semana. Também é fundamental abrir o portão para as equipes de saúde ajudarem a acabar com os locais onde o mosquito possa se reproduzir.
Com produção de Michelle Moreira
Saúde O Centro-Oeste é a região com o maior surto da doença Brasília 14/12/2022 - 21:36 Bianca Paiva / Beatriz Arcoverde Victor Ribeiro - Repórter da Rádio Nacional Dengue quarta-feira, 14 Dezembro, 2022 - 21:36 3:57O Ministério da Saúde assinou nesta quarta-feira (14) o acordo com o laboratório Novartis para adquirir o remédio Zolgensma para Atrofia Muscular Espinhal. O pacto de compartilhamento de risco inova ao prever pagamento parcelado em cinco anos, conforme os resultados esperados para o tratamento sejam atingidos. 

A terapia vai atender crianças de até seis meses com a AME tipo 1. Segundo a pasta, atualmente, cerca de 400 crianças estão em tratamento.
A Laissa Guerreira, que é paciente de AME, comemorou a incorporação do medicamento.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comentou o acordo.
O preço para o SUS ficou em R$ 5,7 milhões. Segundo o acordo, vão ser compradas até 250 doses nos primeiros dois anos e outras quarenta serão fornecidas sem custo, se for necessário.
A AME é uma doença degenerativa rara. Ela interfere na produção de uma proteína essencial para desenvolvimento muscular, prejudicando a respiração e os movimentos. O tipo 1 é o mais frequente e mais grave.
O Zolgensma é aplicado uma vez. O remédio contém uma cópia do gene responsável pela produção dessa proteína.
O prazo para a oferta do remédio no SUS é de 180 dias. O medicamento também deve ser ofertado pelos planos de saúde.
Saúde Brasília 14/12/2022 - 16:45 Sâmia Mendes / Guilherme Strozi Gabriel Brum - Repórter da Rádio Nacional Zolgensma atrofia muscular espinhal SUS Remédio medicamento quarta-feira, 14 Dezembro, 2022 - 16:45 112:00
Mais de 250 pessoas declararam que não pretendem tomar doses de reforço da vacina contra a covid-19, e quase 170 com filhos, ou menores sob sua responsabilidade, declararam que não têm a intenção de vaciná-los.

É o que revela a pesquisa Confiança na Ciência no Brasil em Tempos de Pandemia, conduzida pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Comunicação Pública da Ciência e da Tecnologia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). No total, foram entrevistadas 2.069 pessoas com 16 anos ou mais, entre agosto e outubro deste ano.
Para o professor e pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais, Yurij Castelfranchi, um dos coordenadores do estudo, esses números, apesar de não representarem uma maioria, são preocupantes.
Além disso, 3,5% dos entrevistados afirmaram que a ciência não traz nenhum benefício para a humanidade, 46,4% concordam que as vacinas produzem efeitos colaterais que são um risco, 40% apontaram desconfiança em relação às empresas farmacêuticas, que, para eles, escondem os perigos das vacinas, e 46,7% disseram que houve informações falsas sobre a vacina contra a Covid-19. A margem de erro é de 2,2%.
Mas a maioria dos entrevistados, 68,9%, declarou confiar ou confiar muito na ciência. O resultado não é considerado baixo, mas é menor do que indicam pesquisas recentes, como o Índice do Estado da Ciência, que apontou um percentual de 90% na afirmação “eu confio na ciência”.
A pesquisa também aponta que as vacinas são consideradas importantes para proteger a saúde pública por 86,7% dos entrevistados, além de ser percebidas como seguras por 75,7% e necessárias por 69,6%.
O estudo mostrou ainda que os cientistas estão entre as fontes de informação que mais inspiram confiança nos brasileiros e brasileiras. Dentre uma lista de profissionais previamente fornecida, as escolhas mais frequentes de fontes confiáveis de informação foram médicos (60,1%), cientistas (47,3%) e jornalistas (36,4%).
Saúde Rio de Janeiro 14/12/2022 - 16:41 Raquel Mariano / Guilherme Strozi Carolina Pessoa - Repórter da Rádio Nacional covid vacina Ciência Fiocruz quarta-feira, 14 Dezembro, 2022 - 16:41 167:00O Hospital Universitário Gafrée Guinle, vinculado à UniRio, a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, vai receber da Alerj uma doação de R$ 8 milhões e 500 mil reais. O dinheiro vai ser repassado ainda neste ano e chega como um alívio para cobrir parte do déficit orçamentário da unidade.

A doação foi acertada em reunião do Colégio de Líderes partidários da Alerj, nessa segunda-feira. Agora, um projeto de lei formalizando o repasse será votado em discussão única em plenário, nos próximos dias.
De acordo com o diretor do hospital, João Marcelo Ramalho Alves, R$ 7 milhões e meio serão usados para custeio, entre eles a compra de medicamentos, de material médico hospitalar, pagamento de contratos de serviços de limpeza, alimentação e segurança; e de água e luz.
O restante, conforme explicou, será usado para a compra de um mamógrafo.
O Gaffrée e Guinle é referência em oncologia e tratamento de pessoas com HIV. O diretor João Marcelo disse, ainda, que por causa da falta de recursos já foram suspensas as cirurgias de grande porte e caso esse dinheiro não fosse conseguido, a unidade deixaria de fazer também exames de alta complexidade.
Saúde Rio de Janeiro 13/12/2022 - 12:22 Cristiane Ribeiro - Repórter da Rádio Nacional Alerj Hospital Universitário Gafrée Guinle doação Rio de Janeiro terça-feira, 13 Dezembro, 2022 - 12:22 2:17
Vacinação em massa em Serrana, no interior de São Paulo, reduziu mortes e casos graves de covid, mesmo para variantes.

A vacinação contra a covid na cidade de Serrana foi considerada modelo. A cidade foi escolhida como sede do Projeto S do Instituto Butantan e do laboratório chinês Sinovac que estavam desenvolvendo a vacina Coronavac. A testagem em massa da população da cidade teve o objetivo de testar a a eficácia da vacina e mais de 80% da população acima de 18 anos da cidade foi imunizada, antes mesmo do início da vacinação em todo o país pelo SUS.
Uma pesquisa que faz parte do Projeto S mostrou que a maioria dos casos de covid na cidade, pelo menos 89%, foi leve, incluindo entre as pessoas que foram infectadas pelas variantes Gama, Delta e Ômicron. Segundos cientistas, a dinâmica de substituição do vírus selvagem por outros subtipos foi semelhante à do restante do país.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram 4.375 genomas completos, obtidos entre junho de 2020, quando começam a ser registradas as primeiras infecções pelo novo coronavírus na cidade, e abril de 2022.
Segundo o estudo, a aplicação da vacina esteve relacionada à redução mortalidade e da morbidade , especialmente durante as ondas de gama e delta. Os pesquisadores também comparam os números com a cidade de São José do Rio Preto, que fica a a cerca de 200 quilômetros de Serrana. Durante a onda da variante gama a cidade registrou maior taxa de mortalidade principalmente entre jovens não vacinados.
Saúde São Paulo 12/12/2022 - 20:25 Roberto Piza / Beatriz Arcoverde Eliane Gonçalves - Repórter da Rádio Nacional Serrana (SP) segunda-feira, 12 Dezembro, 2022 - 20:25 1:47Os indicadores da covid-19 no estado do Rio de Janeiro seguem com tendência de queda, pela segunda semana seguida.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, dados das últimas duas semanas de novembro até o dia 03 de dezembro, mostram uma redução de 52% no número de casos.As solicitações de leitos para tratamento da doença também caíram, com uma média de 19 pedidos por dia, sendo nove para UTI e dez para enfermaria.
Os atendimentos a casos de síndrome gripal nas Unidades de Pronto Atendimento da rede estadual tiveram queda de 31% no período analisado.
A Secretaria reforçou a importância da população completar o esquema vacinal para a Covid.
Saúde Brasília 12/12/2022 - 20:16 Sheily Noleto / Beatriz Arcoverde Fabiana Sampaio - Repórter da Rádio Nacional vacina contra covid-19 segunda-feira, 12 Dezembro, 2022 - 20:16 0:48Agentes da secretaria de Saúde da cidade do Rio de Janeiro continuam nesta segunda-feira (12) a busca ativa por crianças que ainda não se vacinaram contra o sarampo. Levantamento da pasta apontou que são pelo menos 16 mil crianças morando em bairros com risco epidemiológico alto para a doença, como Manguinhos, na zona norte, Santo Cristo, na região central da cidade; e Rio das Pedras, Recreio e Bangu, na zona oeste.

O secretário de Saúde do Rio, Daniel Soranz, explicou que a varredura vai até o próximo dia 20 e que o objetivo é aumentar a cobertura vacinal contra o sarampo na capital e conter eventuais surtos.
Segundo ele, o órgão segue orientação da Organização Pan-Americana de Saúde, e as equipes da Atenção Primária e da Vigilância em Saúde estão indo às casas, para conversar com as famílias e verificar a situação de crianças de seis meses a 4 anos que ainda não tomaram as doses da tríplice viral, a vacina que previne sarampo, caxumba e rubéola.
Quem não está com a caderneta em dia pode tomar a vacina na própria casa, durante a busca ativa, já que o objetivo é justamente facilitar o acesso à imunização.
Nas visitas, a equipe verifica ainda a situação de crianças e adolescentes até 14 anos, para orientar os pais quanto à atualização.
O esquema da tríplice viral é composto por doses aos seis, aos 12 e entre 15 meses e 4 anos de idade. Em caso de dúvidas, os pais devem ir a uma Clínica da Família ou a um Centro Municipal de Saúde, levando a caderneta de vacinação do paciente.
Em todo o estado, a imunização com a tríplice viral caiu de 94% para 56% entre os anos de 2017 e 2021. Somente no município do Rio, a cobertura com a vacinação em crianças até dois anos passou de 75% em 2021 para 63% em 2022.
Saúde Rio de Janeiro 12/12/2022 - 11:37 Cristiane Ribeiro - Repórter da Rádio Nacional vacina rio Crianças sarampo segunda-feira, 12 Dezembro, 2022 - 11:37 2:15

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